Tomás Cunha Ferreira (Lisboa, 1973)
O trabalho de Tomás Cunha Ferreira combina vários suportes, numa prática em circuito aberto e trans-fronteiriça - cada trabalho assume-se como protótipo que pode tomas diversas formas, funcionando como possível partitura, notação, poema visual, emblema, padrão, pintura, etc. Nessa medida, cada trabalho resulta numa figura híbrida condensada, cuja leitura está em constante transição entre elementos visuais e elementos rítmicos ou sonoros. 
Num texto de 1965, “Between Poetry And Painting”, o monge beneditino e poeta Dom Sylvester Houédard utiliza, para se referir de um modo mais amplo à palavra e à pintura, os termos logos e ícone. Percorrendo uma cronologia histórica das relações entre logos e ícone, desde os artefactos primitivos até aos anos de 1960, Dom Sylvester Houédard propõe termos como “quasepintura”, “quasepalavra”, ou mesmo “quaseletra”, que servem como ganchos programáticos abertos e em permanente redefinição. A proposição destes termos compósitos é programática, e as suas premissas procuram abalar a natureza e a existência das palavras e da pintura enquanto matérias estanques, propondo zonas de circulação livre e de não-separação entre texto e imagem, entre poesia e pintura, entre logos e ícone. Como irmãos separados à nascença, logos e ícone são resgatados através desta enviesada árvore genealógica elaborada por Houédard. 
Tomás Cunha Ferreira vive e trabalha em Lisboa.

Exposições Individuais: 
As is, Galeria Emmanuel Barbault (& performance na Emily Harvey Foundation), Nova Iorque, Jan/Fev 2019
Varal, Pneuma Lisboa, Lisboa, Portugal, Mai 2018 
Partitura, O Armário, Lisboa, Portugal, Jul 2016 
Ontemporâneo, CIAJG, Guimarães, Portugal, Fev/Jun 2016  
Pintura, Museu Nogueira da Silva, Braga, Portugal, Jul/Ago 2015
Pintura, Galeria Alecrim 50, Lisboa, Portugal, Fev/Mar 2013
Die Spur Eines Bisses Im Nirgends, Corner College/Perla Mode, Zurique, Suíça, Abr 2011

Exposições Colectivas Recentes: 
Os Olhos Escutam, Galeria Fundação Amélia de Mello, Fev/Abr 2019
Jaime ou o desenho que nos dá o mundo, Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Nov/Jan 2018/9
Biombo, com Mike Cooter (parte do ciclo Geometria Sónica), Arquipélago Centro das Artes, Ribeira Grande, Açores, Out-Jan 2018/9
Vapor nº2, Rockaway Beach, Nova Iorque, 30 Set 2018
The Impossiblity of Form, Cuchifritos Gallery + Project Space, Essex Street Market, Nova Iorque, Set/Out 2018  
Building Stories, Garagem Sul / Centro Cultural de Belém, Lisboa, Jul/Out 2018
Vapor nº1, Praia da Cova do Vapor, Lisboa, 6 Mai 2018
O Que Pode A Arte?, Museu Júlio Pomar, Lisboa, Mai 2018 
Segunda Categoria, Ateliê Bempostinha, Lisboa, Mai 2018
Factor Cavalo, Bienal de Vila Nova de Cerveira, Jul/Set 2017
Os Índios da Meia Praia, Galeria 111, Lisboa, Mai 2017
Verbivocovisual, Poesia Concreta, Visual e Experimental Portuguesa, Galeria Zé Dos Bois / ZDB, Fev/Abr 2017

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Rui Moreira (Porto, 1971)
Estudou Artes Visuais no Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual (Lisboa) e na School of the Art Institute of Chicago (EUA). Atualmente, vive e trabalha na cidade de Lisboa. O seu trabalho alimenta-se de várias linguagens artísticas, como a literatura, o cinema ou a música, e das inúmeras viagens que já o levaram aos mais inóspitos lugares do mundo. Nutre uma paixão particular pela poesia e pelo cinema, não concebendo a arte/vida sem intensidade. Enquanto viajante, procura submeter-se a experiências fisicamente intensas, porque acredita que o corpo, uma vez exilado, se torna mais alerta, intuitivo e concentrado, numa espécie de modo de sobrevivência. Desenha como quem faz cinema – diz que só não é realizador por conta da sua incompatibilidade com as máquinas –, mas isso não o impediu de fazer filmes em papel. Influenciado por nomes da sétima arte como Tarkovsky, Mizoguchi, Hitchcock, Béla Tarr, Ingmar Bergman, Jean-Luc Godard, entre muitos outros, incluindo os portugueses Manoel de Oliveira, João César Monteiro e Marta Mateus, faz da sua obra uma extensão de si mesmo, a vida real revelada sobre o papel. O homem e o artista entregue na sua inteireza. Nu. Na sua intensidade. A arte vivida com todas as veias do corpo como caminho(s) para alcançar novos territórios artísticos.
Os seus desenhos em grande escala podem levar largos meses a ser concluídos, o importante, insiste, é respeitar o ritmo certo das coisas.

Exposições individuais: Centro Internacional das Artes de Guimarães, Portugal, 2016; Pavilhão Branco, Lisbon, Portugal, 2016; MUDAM, Luxembourg, 2014; Galerie Jeanne Bucher, Paris, France, 2014; Fundação Carmona e Costa, Lisbon, Portugal, 2009.

Exposições coletivas: LUSOSCOPIE, Paris, France, 2017; Passion de l’art Galerie Jeanne Bucher Jaeger depuis 1925, Musée Granet, Aix-en-Provence, France, 2017 DRAWING NOW, with Galerie Jeanne Bucher Jaeger, Carreau du Temple, Paris, France, 2016; Le Contemporain dessiné, Les Arts Décoratifs, Paris, France, 2016; ART DUBAI, with Galerie Jeanne Bucher Jaeger, Dubaï, United Arab Emirates, 2016; Dialogue VIII, Galerie Jeanne Bucher Jaeger, Paris, France, 2016; Quinte-Essence air-water-earth-fire-ether, Galerie Jeanne Bucher Jaeger, Paris, France, 2015; Art Saint-Germain-des-Prés, Galerie Jeanne-Bucher, Paris, France, 2015; Oracular Spectacular, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, Portugal, 2015; (DÉ)PLACEMENTS – carte blanche to Koyo Kouoh, Collection Société Générale, Paris – La Défense, France, 2015; ART BRUSSELS, with Galerie Jaeger Bucher, Brussels, Belgium, 2015; ART DUBAI, with Galerie Jaeger Bucher, United Arab Emirates, 2015; La Route Bleue, avec Paul Wallach et autres, Fondation Borghossian, Villa Empain, Bruxelles, Belgium, 2013.

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Rui Horta Pereira (Évora-1975) tem dedicado uma parte substancial da sua investigação artística e criativa ao desenho, o desenho é em grande medida o elemento mais constante. Essa permanência do desenho tem um âmbito alargado seja nos aspetos formais, seja nas formulações teóricas que propõe. Procura problematizar, do mesmo modo que procura resolver. É, digamos assim, a sustância dinâmica que convoca permanentemente outras disciplinas como a escultura a animação ou a fotografia, se aproxima de preocupações e causas ambientais e sociais, ou se traduz numa partilha de saber, em oficinas, ateliês, visitas. A produção artística deve ser uma aferição e uma afirmação da diversidade e multiplicidade do mundo, o meu trabalho é constituído por um conjunto de hipóteses que procuram confirmar e enquadrar  essa convicção.
É formado em Escultura pela FBAUL/Lisboa, tem realizado mostras individuais com regularidade e participado em mostras colectivas. Nos últimos anos obteve igualmente apoios à criação de algumas entidades, de entre as quais se destacam a F. C. Gulbenkian e a DGArtes.
Das suas exposições individuais  destacam-se: Solaris, Casa das Artes Tavira, 2018; Eco, Fundação Bienal Cerveira (Projecto novos Artistas), 2018; Mergulho, Galeria das Salgadeiras, Lisboa, 2018;  Opaco, Biblioteca FCT NOVA 2018;  Sono, CIAJG Guimarães 2018, Cenário, Escultura Pública realizada no âmbito do festival Artes à Rua com a associação Pó-de-Vir-a-Ser, Évora 2017; Horas Vagas, CaC em Ponte de Sor 2017 Hífen-Modo Composto, CaC em Ponte de Sor 2016; É, Fundação Carmona e Costa, curadoria de Nuno Faria, Lisboa 2016; Erosão, Convento Cristo, Tomar 2015; Turvo, Galeria 3+1, Lisboa 2014;  Around, Galeria Quadrum, Lisboa 2013; Remanescente, Galeria 3+1, Lisboa 2011; O Frágil culto do desenho, Torres Vedras 2011; Tudo aquilo que cair da mesa para o chão, Quase Galeria, Porto 2010; Linda Fantasia, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa 2010; 
Colaborações colectivas: Apresentação do livro de Artista Lepisma Saccharina , Drawing room Lisboa e participação em Papeleo cuadernos drawing room, nº2 portefólio português org. de Maria do Mar Fazenda, 2018;  A Evolução do Braço, Curadoria Nuno Faria, Museu Municipal de Faro, 2018; Processos em trânsito/ Livros de Artista, Curadoria Sobral Centeno, CM Matosinhos, 2018; Portugal em Flagrante, Operação 1, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 2016; Os Índios da meia Praia, Curadoria de Abdul Varetti, Mediação de Nuno Faria, Galeria 111, Lisboa  2016. 
Colecções particulares e públicas, Fundação Carmona e Costa, Colecção Arte Contemporânea Tróia Design Hotel, Colecção Regina Pinho Brasil, Colección Art Fairs SL, Espanha. Colecção Biblioteca de Arte FCG. 

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Pedro A.H. Paixão desenvolve há mais de duas décadas estudos e trabalho em convivência com o desenho. Foi vencedor do prémio Navigator Arte em Papel 2018 e teve recentemente a sua primeira exposição antológica no CIAJG, Guimarães. Dirige a coleção "Disciplina sem nome", para a editora Documenta, com apoio da Fundação Carmona e Costa, Lisboa.

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Laetitia Morais (Paris, 1984). Reside no Porto.
Artista plástica. Trabalha com diferentes meios, com predominância do vídeo, da instalação e do desenho.

Participou em exposições individuais e colectivas, das quais se destacam, Faticart, Roma; After Crisis, Berlim; Rewire, Haia; Peacock Art Centre, Aberdeen; Elbphilharmonie, Hamburgo; Störung, Barcelona; Bienal de Cerveira; Cynetart, Dresden; Círculo Meridiano de Espelho, Galeria Zé dos Bois; Mota Museum, Ljubljana; EIF, Nova Iorque; Quatro Elementos, Galeria M. do Porto; Extática Esfinge, CIAJG; Geometria Sónica, Centro de Artes Contemporâneas Arquipélago; Manifold, Centro de Artes da Universidade de Nova Iorque, Abu Dhabi.

Premiada com a atribuição da bolsa Ernesto de Sousa 2011; prémio melhor vídeo musical pelo Festival de Cinema Curtas Vila do Conde 2016 e com a bolsa de investigação pela Academia das Artes de Viena, 2018.

É actual professora da Universidade de Coimbra e investigadora da Zurich University of Arts e da Kunstuniversitåt Linz.  

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Margarida Mendes é curadora, educadora e activista. Em 2009 fundou o espaço de projectos The Barber Shop em Lisboa, coordenando um programa de seminários e residências dedicado à investigação artística e filosófica. A sua pesquisa - com enfoque no cruzamento da cibernética, filosofia, ecologia e filme experimental - explora as transformações dinâmicas do ambiente e o seu impacto nas estruturas sociais e no campo da produção cultural. Em 2016 integrou na equipa curatorial da 11a Gwangju Biennale, na Coreia do Sul e co-digiriu a temporada piloto de escuelita, uma escola informal no Centro de Arte Dos de Mayo (CA2M), Madrid. Em 2018 foi co-curadora da exposição "Digestion School" integrante na 4a Bienal de Design de Istanbul, "A School of Schools”.

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Joana Fervença (1988, Lisboa)
Artista visual, vive e trabalha em Lisboa. Realizou a licenciatura e mestrado em Arquitectura pelo Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa (da/UAL), estudo intercalado com Desenho no Ar.Co, em Lisboa. Entre as mostras mais recentes: ‘Os Índios da Meia-Praia (do arco, da flecha e do desenho)’ na Galeria 111, 2016. Em 2017, participa nos ‘Encontros para Além da História’ do Centro de Artes José de Guimarães, em Guimarães, sob o tema ‘As Magias: uma curadoria-coreografia em torno da figura de Herberto Helder’. No mesmo ano mostra ‘watercourse’, exposição em colaboração com António Poppe na Galeria 111, Lisboa, e participa na exposição colectiva “Quando alguém morria perguntavam apenas: tinha paixão?” no Sismógrafo, Porto. Recentemente participou na edição portuguesa de Drawing Room Lisboa, com curadoria de Maria do Mar Fazenda, representada pela Galeria 111.

joanafervenca.com

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António Poppe (1968, Lisboa)
Artista visual, poeta, perfomer, vive e trabalha em Lisboa. Estudou no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), no Royal College of Arts em Londres e na School of the Art Institute of Chicago como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento onde realizou um Mestrado em Arte Performativa e Cinema. Tem trabalho híbrido de poesia e artes visuais editado pela Assírio & Alvim (Torre de Juan Abad, 2001), Documenta (Livro da Luz, 2012) e Douda Correria (medicin. em 2015 e come coral em 2017). Já actuou e/ou expôs em espaços como o Museu de Serralves, Galeria ZDB, CIAJG, Galeria 111, Culturgest, Fundação Carmona e Costa, entre outros. Em 2018 participa em ‘Encontros para Além da História’, no Centro de Artes José de Guimarães (CIAJG) sob o tema  “O Nascimento da Arte (d’après Georges Bataille)” em parceria com Mumtaz; e recentemente ‘Collaboration I, II, III, IV’, performance em colaboração com Musa Paradisiaca com curadoria de Filipa Oliveira pelo Quetzal Art Centre em Jachthuis Schijf, Holanda.

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Marta Wengorovius (1963, Lisboa)

É artista e investigadora. A sua pesquisa plástica e pessoal é multidisciplinar dialogando com outras disciplinas artísticas e científicas. É doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra onde desenvolve a tese Um, dois e muitos.
Expõe individualmente desde 1989. Das exposições e acções mais recentes destacam-se Um, dois e muitos, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, curadoria Paulo Pires do Vale, 2018; Escola Nómada, Appleton Square, 2018; Extática Esfinge. Desenho e Animismo II, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, curadoria Nuno Faria, 2017; Transmission, Recréation et Repétition, Palais des Beaux-Arts, Paris, curadoria Sarina Basta, 2015; Um, dois e muitos – Uma ilha em exposição, curadoria Sarina Basta, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, São Miguel, Açores; Focus – drawings for use, Festival of Ephemeral Art, Sokolovsko, Polónia, 2013; Cabana de Leitura, Biblioteca do Um, dois e muitos, Trienal de Arquitectura, Lisboa, 2013; A Grande Saúde, Fundação EDP, Lisboa, 2012; O caminho de Nietzsche, Serra da Arrábida, 2012; Objectos de Errância, Museu do Chiado, 2011; Mise à nu par l´action (Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris, 2009.

martawengorovius.com

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Manon Harrois (1988, Reims, France)
Lives and works in Troyes

She studied at ENSAAMA Olivier de Serres, Paris. She was awarded the Jean Walter Zellidja
research prize by the French Academy and spent a year in the Sahara Desert in Niger with the nomadic communities of the Tuaregs and the Fula. Presented by Gilles Fuchs, she exposed in the Galerie Premier Regard, Paris (2014).
The artist has had several art residencies : Collège Albert Camus with CAC Passages, Troyes (2017-18); CNCM Césaré, Reims (2016-17-18); Artistes en résidence, Clermont Ferrand (2017); Sharjah Art Foundation, United Arab Emirates UEA (2016); CAMAC Art Centre, Marnay sur Seine (2016); MAC Valdivia, Chile (2015) ; CAC Passages, Troyes (2014); Residency Unlimited, New York, USA (2014) .
Her work has been shown in venues such as CAMAC , Marnay sur Seine (2016); CNCM Césaré (2016-17); Cryptoportique, Reims (2015); Parc Naturel de la Montagne de Reims, Pourcy (2015); Galerie Premier Regard, Paris, CAC Passages, Troyes, and MAC, Valdivia, Chile (2014); The Window, Paris (2013); CCFN Jean Rouch, NIamey, Niger (2011).

Among her numerous performances and collective works are Arquipelago Centro de artes – Sao Miguel - Azores (2018); FRAC Champagne Ardenne, Reims (2017); ANOZERO 17 Biennial, Coimbra, Portugal (2017); Jeune Creation, Galerie Thaddaeus Ropac, Paris-Pantin (2016), Nema Tog Podruma5 Subject Vrijdag, Antwerp (2015); Art is Hope pour Aides, Piaza, Paris (2014-15); Deformes Biennial, Santiago, Chile (2014); Galeria Artopia, Milan, Italia (2014).

The work of Manon Harrois has started to be collected by Blake Burn (USA), Jimmy Traboulsi (Lebanon); Gilles Fuchs (France).
Prisme Mécénat d'entreprise Champagne Ardenne, Monography of the l'Artothèque of the Région Champagne Ardennes. She received the support of the ministère of culture from the State and the Region Grand Est since few years to produce and show her experimental work as artist researcher.

Conferences and workshops
> "l'improvisation comme une strategie de survie. Formes de Feu"
FRAC Champagne Ardenne ( Sciences Po, Reims, 2018)
> "Nos migrations"
Collège Albert Camus, La Chapelle St Luc
with Isabelle Coutant, Sociologist (2018)
> " Nos migrations"
Collège Albert Camus , La chapelle St Luc -France / CAC Passages, Troyes (2017-2018)
> "Synesthesia" Sharjah Art Foundation Emirates with the composer Uriel Barthelemi (2016)
>"Performing study"
Univeristy of Chile, Santiago
Performance BIennial (2014-2015)

http://bonjour.manonharrois.com/

"L'oeuvre de Manon Harrois n’existe pas. Ou n’existe qu’en circulation, d’une pratique à l’autre, d’un pays à l’autre, ici, là. Jamais vraiment finie, son oeuvre mouvante se donne ainsi à voir dans le flux sans fin du vivant, dans le flux sans fin d’un “work in progress” saisissant. ici, la performance est une ébauche au dessin." Michel Nuridsany

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Sara Bichão (Lisboa, 1986)
Vive e trabalha em Lisboa

Completou a licenciatura e o mestrado em Pintura na Faculdade das Belas Artes de Lisboa (2008, 2011). Integrou várias residências artísticas, Residency Unlimited (2012, USA), PIRA ADM (2016, MX), Artistes en Résidence (2017, FR), e no Centro de Artes Arquipélago (2018, PT). Expõe desde 2009, destacando-se as exposições individuais mais recentes: Encontra-me, mato-te (2018), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coastal (2017), Barbara Davis Gallery, Houston; O meu sol chora , Fundação das Comunicações, Lisboa; Somebody’s Address (2016) e Open Gates (2014), Rooster Gallery, Nova Iorque; Recheio (2014), Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa. Das colectivas: Geometria Sónica (2018), Centro de Artes Arquipélago, S. Miguel, Açores; Chama (2018), Atelier-museu Júlio Pomar, Lisboa; Extática Esfinge (2017), CIAJG , Guimarães; Curar e Reparar (2017), Bienal Anozero, Coimbra; O Que Eu Sou (2017), MAAT, Lisboa; Now, this is fucking too hot (2017, com Manon Harrois), Les Ateliers, Clermont-Ferrand; Puras Cosas Nuevas (2017), Pantalla Blanca, Cidade do México; }{ { } (2015, com Omar Barquet), Diagrama, Cidade do México; Eccentric Exercise II (2015), KCB , Belgrade; Soundless Harmonies (2014), Artopia Gallery, Milão; Eccentric
Exercise I (2013), Les Gens Heureux, Copenhaga; Uma Coisa a Seguir à Outra (2013, com Miguel Ângelo Rocha), Quadrum Gallery, Lisboa; Extending the Line (2012), Arevalo Gallery, Miami.

O seu trabalho está representado em várias colecções públicas: Fundação Calouste Gulbenkian; MAAT; Câmara Municipal de Lisboa; Fidelidade Mundial; Figueiredo Ribeiro; António Cachola; Norlinda e José Lima; Midfirst Bank Arizona; Benetton Foundation, entre outras.

Foi premiada pela Fidelidade Mundial – Jovens Pintores (menção honrosa, 2009), pelo Anteciparte (artista seleccionada, 2009) e pelo BPI/FBAUL (1º prémio na categoria de pintura, 2008).

www.sarabichao.com

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Nuno Faria (Lisboa, 1971)

Curador. Actualmente é director artístico do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Entre 1997-2003 e 2003-2009 trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea e na Fundação Calouste Gulbenkian, respectivamente. Viveu e trabalhou no Algarve entre 2007 e 2012 onde, entre outros projectos, fundou (em Loulé, em 2009) o projecto Mobilehome - Escola de Arte Nómada, Experimental e Independente.
É professor na ESAD - Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha.

 

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