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Mind Your Own Business, 1991 PAL, preto e branco, sem som, 8 frames (em loop) Três imagens – um cérebro, um cifrão e a frase “mind your own business” – entrelaçam-se a uma velocidade vertiginosa, superior à capacidade do olho humano para as apreender separadamente (cada imagem dura apenas dois frames, à velocidade de vinte e cinco frames por segundo). A velocidade a que imagens alternam, na iminência de se fundirem, obriga o espectador a uma experiência de percepção incomodativa, difícil de suportar por muito tempo, devolvendo-lhe com sentido irónico a afirmação contida no vídeo (“mete-te na tua vida”). Como noutras obras do artista, a equivalência literal entre o título e a organização dos elementos visuais produz uma abertura e instabilidade a nível semântico, convidando o espectador a introduzir a sua subjectividade no acto de percepção e interpretação. Mind Your Own Business foi originalmente criado num computador Amiga 2000 e transferido para VHS, até ser mais recentemente fixado em suporte DVD. |
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