CLOROPHILIA
Manon Harrois e Sara Bichão [com Maria João Mayer Branco]
PORTA33 — 19.12.2020 — 29.05.2021

CLOROPHILIA

A exposição cruza o pensamento filosófico e a criação artística numa reflexão que toma como mote as particularidades orgânicas e plásticas do desenvolvimento da vida vegetal no tempo e no espaço para interrogar aquilo a que chamamos a “vida” humana e a criação de obras de arte. Concentrando a atenção no singular modo de acolhimento oferecido pela Porta33, procurar-se-á reflectir sobre o modo como ali o tempo se transforma num espaço gerador de possibilidades e realidades pictóricas e artísticas, mas também de uma dinâmica de criação e contemplação que é única no panorama das instituições nacionais e internacionais que se dedicam à arte contemporânea. Esta mesma dinâmica será considerada à luz de noções como semente, enraizamento, cuidado, silêncio, espera, ritmo, solo, organismo e pensada por comparação e contraste com a dinâmica observável na vida dos espécimes do reino vegetal.

A actividade intitulada Clorophilia resulta do encontro, em 2018, na Madeira, das artistas Sara Bichão e Manon Harrois com Maria João M. Branco, professora de Estética no Departamento de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa. Desse encontro nasceu um diálogo-correspondência, constituído por uma troca de desenhos e de textos entre as três promovido pela oferta feita por Cecília V. de Freitas de um conjunto de antigos cadernos em branco às artistas, e que procurará agora lançar as suas sementes. O título do projecto — o termo, fictício, “clorophilia” — indica o ponto de partida do trabalho a ser desenvolvido e articula duas noções conhecidas: clorofila é o nome do elemento dos pigmentos vegetais essencial à realização da fotossíntese, através da qual a luz é absorvida pelas plantas, enquanto a palavra philia designava, na Antiguidade, um tipo de relação entre seres humanos, que tanto podia indicar parentesco (donde as noções, ainda de uso corrente, de “filiação”, p. exemplo), como também aquilo a que se veio a chamar, nas diversas línguas da cultura ocidental, “amizade”. A invenção do termo Clorophilia é, portanto, a tentativa de dar um nome à possibilidade de pensar uma afinidade entre o desenvolvimento da vida vegetal e a modalidade das relações humanas a que os gregos chamaram philia. O projecto explora essa possibilidade em termos artísticos e filosóficos, mas também através de uma componente experimental e mesmo orgânica determinante. A sua inspiração é dupla: por um lado, o contacto com o jardim/estufa que Cecília V. de Freitas mantém no espaço da Porta33; por outro, a leitura do texto “Fauna e flora”, de Francis Ponge, uma meditação acerca das particularidades orgânicas e plásticas do desenvolvimento da vida vegetal no tempo e no espaço. O espaço vivo e silencioso do jardim/estufa, cuja existência tem acompanhado discretamente o trabalho da PORTA33, será assim pensado em termos não apenas espaciais, mas como abertura para uma temporalidade singular, para “o tempo dos vegetais” que se “resume ao seu espaço, ao espaço que ocupam pouco a pouco, preenchendo uma tela determinada, sem dúvida, para sempre.” (Ponge). A partir destas duas raízes, materiais e conceptuais, o projecto Clorophilia explorará o desenvolvimento de um vocabulário plástico, sonoplástico e poético — de uma linguagem pictórica e sonora que é potencial semente física de pensamento e de palavra —, prolongando a correspondência já havida entre as três participantes, cruzando o seu trabalho individual com o da Porta33, e simultaneamente propondo a abertura desse cruzamento a uma comunidade mais alargada, no presente e no futuro. O diálogo inicial que deu origem ao projecto tomará, assim, uma forma alargada e presencial, lançando as sementes do trabalho nunca acabado da constituição de uma comunidade.

Maria João Mayer Branco

Clorophilia: a escrita de outro deus para eternidade

O princípio nunca tem fim. Clorophilia constrói-se sobre a linha do infinito, atravessa a água, a terra, o tempo e o espaço. Trespassa-nos o corpo e o espaço do corpo com o afiamento liso e inocente de uma espada. Primeiro. Exuma peles e memórias onde não sabemos, levanta-nos do chão depois da terra com os límpidos braços de uma desconhecida força celestial. Respira violenta e pacificamente, vive e morre, morre e vive. O círculo persiste e nunca se fecha.
Sara Bichão, Manon Harrois e Maria João Mayer Branco. Quantas vidas podemos para criar uma memória? Quantas peles serão pele bastante para lhe sobreviver? Importará a uma mãe sobreviver ao filho? Cabeça, mãos e movimento, o desenho do corpo todo para amar. Um sepulcro na garganta cantando em silêncio os tempos inteiros de uma árvore, de um vegetal, de uma flor, de uma pedra nunca tocada. Vida e morte acontecem em simultâneo numa narrativa de reparação; e eis-nos aqui na descida da árvore, inspirando tudo quanto nos morre sobre a carne mais profunda. Somos um caule ou uma folha adormecida antes do tempo. Clorophilia resgata-nos ao tempo da morte e da vida, instaura o amor como arpão até aos pés da infância. Quanto tempo demora uma criança? Para onde vão os seus olhos depois da brutal aparição do mundo? O espanto.
Clorophilia é uma soma de raros tempos de inquietação, e talvez por isso nos interpele com a força inteira de uma fragilidade que tememos tocar. Mas depois há uma Porta aberta para o jardim, lugar mágico e primogénito, uterino. O corpo da ilha começa onde o reconhecemos, mesmo sem olhos ou ouvidos resta a pele sobre a ferida, a ferida enrolada à volta dos dedos. Na arte como na vida, não há complacência, sabemo-lo pelo princípio porque a erosão é uma (des)dor. O corpo da ilha é esta veia que emudece se tocada; e então espera pelo frio que trazemos para dentro nas mãos e escuridões por entregar. Clorophilia escreve outro nome para espera e precipício, e outro deus para eternidade. É hoje e aqui. De súbito, chegamos a casa para ver o mundo pela primeira vez.

Susana de Figueiredo

Clorophilia: o infinito como inquietação

Entrevista por Susana de Figueiredo

Descobrir o sentido da arte, das vidas e das mortes através de uma brutal e por vezes inocente inclinação sobre a Natureza, sobre o espaço e o tempo é o âmago do movimento maior impulsionado por Cloriphilia, uma exposição das artistas plásticas Sara Bichão e Manon Harrois, esculpida em diálogo com Maria João M. Branco, professora de Estética no Departamento de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa, durante uma residência artística na Porta 33.

Clorophilia é um neologismo que emerge da fusão entre o termo Clorofila (nome do grupo de pigmentos fotossintéticos presentes nos cloroplastos das plantas que dá origem ao processo de fotossíntese) e a palavra grega philia, que na Antiguidade designava amizade ou amor. A partir deste princípio emerge, então, como narrativa de relação, pensamento-mãos-corpo inteiro, que se constrói, destrói e reconstrói sobre a linha do infinito, atravessando a água, a terra, o tempo e o espaço. Não sabemos bem onde começa, não sabemos sequer se começa ou se sempre ali/aqui esteve, esperando a sede dos primeiros olhos ou o movimento das primeiras mãos. Clorophilia é um corpo aberto, pronto para a ferida e para a cicatriz. Para o amor como para a morte. "A indiferença é um dom dos imortais", afirma Sara Bichão no conto "O Golfinho Verde", ensaio metafórico e eminentemente corpóreo, que integra a exposição reafirmando os conceitos de infinito, circularidade e inquietude.
"Com base no discurso iniciado pela Maria João, referente à clorofila associada à clorophilia, ao metabolismo de nascimento e morte das coisas, eu e a Manon encontrámos essa linha sobre corpos diferentes; uma mais ligada à fantasia, a outra à pesquisa. Mas, na prática, o cerne que nos relacionou, desde o início, é este que agora baseia a união da exposição", explica Sara, vincando que "a ideia de metabolismo intemporal, que nos define enquanto seres vivos, é decifrada num trabalho e no outro". "O Golfinho Verde" apresenta-se, assim, nunca como ser "de carne e osso", mas como figura endeusada, "traço", "vestígio", refletindo sobre aquilo que é "a passagem transformadora sob diferentes entidades, humanas e outras", acrescenta a autora, enfatizando, à luz de uma indagação que é tremenda, "a matéria da posição que defeca material morto. Um esqueleto, a ideia de mapeamento".
Porque será a indiferença um dom dos imortais? Um dom, porquê dom? Sara responde quase sem respirar: "porque a inquietação é uma dor". É. Trata-se de exumar sangues, seivas, salivas, sentidos, afetos. Tudo é orgânico, terreno e celestial em simultâneo. Os homens sobem, por fim, à altura das árvores e as morfologias humanas, vegetais, animais e outras unificam-se por dentro da dança do mesmo ventre. Do mesmo vento. Luz e escuridão encontram-se na mesma língua, uma e outra vez. "A transição entre a luz e a escuridão... A luz dá forma e a escuridão escreve sem perspetiva, há uma composição astral de coisas que nós não precisamos de compreender, mas que nos é apresentada num espaço bastante mais expandido que o nosso, relacionando a terra e o céu, como uma espécie de assembleia planetária da existência das coisas."
Sara e Manon encontram nesta linguagem poética, escultórica e arquitetónica uma forma de resistir ao mundo e ao tempo de hoje, quer através da materialidade das obras que criam, e do seu caráter perecível, quer através de uma memória cujo corpo se dissemina, ininterruptamente, além do espaço e do tempo. O conceito de construção reveste-se, neste sentido, de uma amplíssima aparição concomitante ao pensamento mágico. Manon cresceu entre mãos que esculpiam e retém o encantamento desse exercício de observação. "As mãos... lembro-me de ficar fascinada com os movimentos manuais. Criar objetos é, para mim, um gesto de afetividade, uma sede de encontro; é um trabalho muito semelhante ao de um arqueólogo", diz Manon, de mãos coladas a um dos objetos que fará parte de Clorophilia, uma perna de látex com sinais de desgaste, que a artista vai cosendo enquanto conversamos no jardim/estufa da Porta 33, um dos lugares "mágicos" que inspiraram o projeto. É desta relação entre o Homem e a Natureza que brota Clorophilia, definida por Manon como uma "respiração comum, una" e experiência imersiva que questiona o equilíbrio e a fragilidade do mundo e da vida. De todos os mundos, de todas as vidas. Manon e Sara partilham o mesmo posicionamento de atenção profunda diante da Natureza, e é dessa forma reparadora, circular, que lutam "de modo inevitável", dizem, contra o sempre iminente esvaziamento, seja do pensamento, do tempo, do espaço ou do ser, num constante processo de (re)nascença, de cicatrização e coagulação. Trata-se, no fundo, de um ato de amor, de entrega, de comunhão absoluta com os mundos dentro e fora do mundo, ou a "a fusão de todas as peles", segreda-me Manon.
"A indiferença é um dom dos imortais". Admito que não consigo desprender-me desta frase da Sara; durante a conversa volto várias vezes a esta "explosão". Felizmente, ela não parece aborrecer-se com a minha recente obstinação. "É uma frase que explode da inquietação acerca das relações, e essa inquietação, por mais que subentendida num organismo maior como uma coisa normal, não nos é satisfatória. Nós somos seres finitos, fazemos parte de uma circularidade infinita sendo nós células finitas, tal como uma planta. Temos uma rotação e compreendemos essa rotação da vida e da morte, sabendo que esta está enquadrada numa experiência que não tem nem vida nem morte, tem de ser intemporal. Para a vida de uma coisa surgir, tem de haver uma anterior e vice-versa. Nesse sentido, inevitavelmente, a ideia de fé ou de crença está presente em todo o pensamento. Há coisas que não são compreendidas e têm de ser apreendidas, porque têm que ver com uma espécie de assimilação intuitiva da ordem das coisas. Lembro-me de ver os meus avós na agricultura e sentir que aquilo estava bem, que eu não precisava de ver mais".
Mais do que se misturar com a vida, a arte é a própria vida e toda a sua infinita incomplacência. A beleza será sempre uma explosão que dificilmente reconheceremos sem a memória dos dedos que fecundam a terra até à simplicidade. Se princípio existe é aí, no lugar-tempo onde Clorophilia será ainda depois do fim.

Manon Harrois  (França, 1988) vive e trabalha em Troyes. Terminou os seus estudos com distinção na ENSAAMA Olivier de Serres, em Paris. Foi a vencedora do prémio de pesquisa  Jean Walter Zellidja, atribuído pela  Academie Française . No contexto deste prémio, passou um ano do deserto do Sara, no Níger, entre comunidades Tuaregues e Fulas. Apresentada por Gilles Fuchs, ela expôs na Galerie Premier Regard (2014), em Paris.
Residências artísticas:  FRAC Champagne ardenne  ECO TOPIA (2020-2021),  Geometria Sonica, Arquipélago, Açores (2018) /  Artistes en résidence , (avec Sara Bichao) Clermont Ferrand (2017) / Sharjah Art Fondation , EAU (2016) /  CAMAC, Marnay sur Seine (2016) /  MAC , Valdivia, Chile (2015) /  CAC Passages, Troyes (2014) /  Residency Unlimited , Nova Iorque, USA (2014).
Exposições individuais: The right space, Reims (2021) / CNCM Césaré , Reims (2016- 2017) /  CAMAC , Marnay sur Seine (2016) / Cryptoportique, Reims (2015) /  Galerie Premier Regard, Paris (2014) /  CAC Passages , Troyes (2014) /  Museo del Arte Contemporeano MAC  Valdivia, Chile (2014) /  Parc Naturel de la Montagne de Reims, Pourcy (2015) /  The Window , Paris (2013) /  Nuit Blanche 2011-2013, Paris /  CCFN Jean Rouch , Niamey, Níger (2011).
Exposições coletivas e performances:  ECO TOPIA, lycéé forestier de Crogny (2021)/ Clorofilia, Porta 33, Madeira (2021) / Platforme , Paris (2020)  CIAJG , Guimaraes (2019)  /  CAC Passages , Troyes (2019)  Eglise des trinitaires , Metz (2019)  /  La chaufferie, Strasbourg(2019) /  Fundaçao Portugesa das comunicaçoes e Galeria Carlos Bessa Peirera , Lisboa (2018) /  FRAC Champagne Ardenne , Reims, França (2018) / Arquipelago centro de Artes contemporâneas  , Azores (2018) /  Bienal Anozero’17  Coimbra, Portugal (2017) /  Jeune Création, Galerie Thaddaeus Ropac , Paris, Pantin ( 2016) /  Bastille Design Center, Paris (2016) /  Nema Tog Podruma 5 Gramme Vrijdag, Antuérpia , Bélgica (2015) /  Abrons Art Center , Nova Iorque, EUA (2014) /  Galeria Artopia, Milan, Itália (2014)  / ART IS HOPE pour AIDES , Piaza, Paris (2014-2015) /  Deformes Biennal de Performances , Santiago, Chile.  NUIT BLANCHE, Paris (2011 e 2013) /  CCFN Jean Rouch , Niamey, NIGER (2011).

Livro e Conferências:  livro da conversa com François Quintin edição publicada por  Naima e distribuída por  Presses du Réel  (2020) / Fundação Calouste Gulbenkian, Paris (2019) / FRAC Champagne Ardenne ( 2018)

Nos últimos anos, Harrois recebeu o apoio do programa  Prisme Mécénat d’enterprise  de Champagne Ardenne, da região Grand Est (Monografia da Artoteca da Região) e do Ministério da Cultura Francês (DRAC ACAL), para produzir e expor o seu trabalho de investigação. O seu trabalho está representado nas coleções publicas FRAC Champagne Ardenne, e coleções privadas.

Sara Bichão  (Lisboa, 1986) vive e trabalha em Lisboa. É licenciada (2008) e mestre (2011) em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Integrou várias residências artísticas como a Residency Unlimited (2012, EUA), ADM-PIRA (2016, México), Artistes en Résidence ou Cité Internationale des Arts (2017 e 2019, França). Expõe regularmente desde 2009.
Exposições individuais (seleção): Qual é a coisa, qual é ela (2020), Galeria Filomena Soares, Lisboa;   Encontra-me, Mato-te  (2018), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa;  Coastal  (2017) e  Adrift in Space, Melt in Pace  (2015), Barbara Davis Gallery, Houston;  O meu sol chora  (2016), Fundação Portuguesa das Comunicações, em parceria com a Galeria Bessa Pereira, Lisboa;  Somebody’s Address  (2016) e  Open Gates  (2014), Rooster Gallery, Nova Iorque;  Recheio  (2014), Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa.
Exposições coletivas (seleção): Mais nada se move em cima do papel (2020),  CCA, Águeda; Storytelling (2019), Musée d’art Contemporain, Lisboa; Un Pyjama pour deux (2019, com Manon Harrois),CAC Passages, Troyes;   Chama  (2018), Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa;  Extática Esfinge  (2017), CIAJG, Guimarães;  Curar e Repara r (2017), Anozero, Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra;  O Que Eu Sou  (2017), MAAT, Lisboa;  Now, this is fucking too hot  (2017, com Manon Harrois),   Les Ateliers, Clermont-Ferrand;  Puras Cosas Nuevas  (2017), Pantalla Blanca, Cidade do México;  de repente bien  (2016), Biblioteca Central de Cantábria, Santander;  }{ { }  (2015, com Omar Barquet),  Diagrama , Cidade do México;  Eccentric Exercise II  (2015), KCB, Belgrado;  Les Gens Heureux , Copenhaga (2014);  Soundless Harmonies  (2014), Artopia Gallery, Milão;  Eccentric Exercise I  (2013), Copenhaga; Uma Coisa a Seguir à Outra  (2013, com Miguel Ângelo Rocha), Galeria Quadrum, Lisboa;  Extending the Line  (2012), Arevalo Gallery, Miami.
Foi premiada pela Fidelidade Mundial – Prémio de Jovens Artistas (2009, menção honrosa), pelo Anteciparte (2009, artista selecionada) e venceu o BPI / FBAUL (2008) na disciplina de pintura. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Instituto Francês. O seu trabalho está representado em várias coleções institucionais: PLMJ, Lisboa; FLAD, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; MAAT – Fundação EDP, Lisboa; Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro, Lisboa; MidFirst Bank, Arizona; Twins Design, Houston; Fidelidade Mundial, Lisboa; Telo de Morais, Coimbra; Benetton Foundation, Milão; CAC, Málaga.

Maria João Mayer Branco : Biografia (resumo) Maria João Branco nasceu em Lisboa em 1974. Estudou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa e na Università degli Studi di Pisa (Itália). Doutorou-se com uma tese sobre a estética de Nietzsche sob a orientação de Maria Filomena Molder. A par da actividade académica, tem sido responsável por cursos teóricos como Professora Convidada no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual e escrito textos para diversas exposições de artes plásticas. Actualmente é docente no Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa.

19 DEZEMBRO 2020 — 16H às 20H*

patente ao público até 3 de Abril de 2021

*O horário alargado da abertura da exposição Clorophilia deve-se excepcionalmente à preocupação de prevenir a presente situação epidemiológica evitando tanto quanto possível a aglomeração de pessoas.